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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cursos e Workshops p/ março - SP & RJ

Workshop de curadoria e crítica de arte no MAM, Rio de Janeiro

Este workshop é uma introdução ao pensamento sobre as práticas da curadoria de arte contemporânea, e pretende discutir temas abordados pela crítica atual tais como identidade, política e globalidade, entre outros, que atravessam as últimas concepções curatoriais. Carga horária de 30 horas e duas visitas a exposições.
Ministrantes:Daniela Labra, Felipe Scovino e Guilherme Bueno
4, 11, 18 de março; 01, 08, 15, 22, 29 abril e 07, 13 maio de 2010, 10-13h
Carga horária de 30 hs e duas visitas a exposições
Valor: 2 parcelas de R$ 300,00
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - Cinemateca do MAM
Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro - RJ
21-2240-4944 ou atendimento@mamrio.org.br
www.mamrio.org.br

Cursos de Arte Contemporânea com Carlos Fajardo, São Paulo

1. A Instalação, quintas - feiras, 10h30-12h30, início 4 de março
2. A Fotografia, quartas - feiras, 10h30-12h30, início 3 de março
3. Artistas Contemporâneos, segundas - feiras, 10h30-12h30, início 1 de março
4. Arte Contemporânea/ Textos formadores,
terças - feiras, 10h30-12h30, início 2 de março
R$ 330,00, por mês. Os cursos são organizados como seminários suas durações dependem da dinâmica de cada grupo.O menor tempo com aproveitamento é de um semestre.
12 vagas
Av. Heitor Penteado 220, Estúdio 17
3081 8603 / 9941 4708 ou cfajardo@uol.com.br

Processo Criativo: workshop de pensamento criativo e conceitualização na EAV – Parque Lage, Rio de Janeiro

Professor: Charles Watson
Palestrantes:Agnaldo Farias — espaço na arte, poesia e música
Alice Miceli — geração de alternativas
Cadu — sistemas
Lia Rodrigues — inteligência espacial/ corporal
Luiz Alberto Oliveira — sistemas não lineares
Fernando Cocchiarale —quem tem medo de arte contemporânea?
Curso interdisciplinar dirigido àqueles que se interessam pelo processo criativo, tais como designers, artistas, arquitetos, empresários e outros para quem a geração de novas idéias seja fundamental.
1 de março a 23 de junho de 2010 - segunda e quarta, 19h30-21h30
EAV - Parque Laje
Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro - RJ
21-2553-3748 / 21-2553-9224 / 21-3257-1800 ou wats352@attglobal.net
Fonte Canal Contemporâneo

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Jornadas Preparatórias - Pontos de Vistas - Programação de 06 de Novembro de 2009

Lugares, práticas e políticas das publicações de arte - ensaios críticos e publicações de artistas 
Local : Museu da UFRGS - Av. Osvaldo Aranha, 277 / www.museu.ufrgs.br / E-mail: museu@museu.ufrgs.br / Telefone: 33083390

18h30min Glória Ferreira
Textos de artistas e sentidos da crítica.
Na atual e reconhecida situação de crise da crítica de arte diante dos novos nexos entre os fatos artísticos e as descrições, avaliações e interpretações críticas,  a  crescente produção de textos e publicações de artistas adquire dimensão política, inscrevendo-se no devir da obra e na sua práxis social, contribuindo para inscrever a crítica como um dos dados do conceito ampliado de “obra” de arte.

19h30min Hélio Fervenza
O + é deserto: escritos, imagens, proposições.
Algumas observações e comentários a partir dos escritos que se encontram no livro O + é deserto, os quais abordam algumas noções como a de apresentação ou de vazio em relação a aspectos sociais e econômicos. O livro foi pensado igualmente como uma proposição artística.

20:15  Joerg Bader, Glória Ferreira, Mabe Bethônico, Hélio Fervenza.
Mediação: Maria Ivone dos Santos
Mesa de discussão: Ações e Contextos
Que formas, que lugares e que deslocamentos de apresentam hoje para a prática artística
contemporânea e para a crítica na França e no Brasil?

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jornadas Preparatórias - Pontos de Vistas - Programação de 05 de Novembro de 2009

Lugares, práticas e políticas das publicações de arte - ensaios críticos e publicações de artistas 
Local : Museu da UFRGS - Av. Osvaldo Aranha, 277 / www.museu.ufrgs.br / E-mail: museu@museu.ufrgs.br / Telefone: 33083390

18h: Cerimônia de abertura: Professor Alfredo Nicolaiewsky e Professora Maristela Salvatori: Ponto de vista do campo crítico: breve apresentação da abertura do novo curso e graduação de História, Teoria e Crítica da Arte do Instituto de Artes da UFRGS. O  PPGAV e sua trajetória.

18h30min: Joerg Bader (HEART-Perpignan)
-Você é critico! Onde publica?
-Minha critica são minhas obras!
-Oh?
Minha conferência diz respeito à minha atividade crítica desenvolvida na França entre 1987 e 2000 (Art Press, France Culture, Frog, Blocnotes, Journal des Arts et Beaux Arts Magazine), que podia se dar tanto na forma plástica, escrita ou ainda radiofônica. Retraçando esse percurso eu toco em questões da organização econômica, da censura e da recepção. Eu tento situar esta posição de artista-crítico no contexto da época, que foi marcada pela rejeição violenta à arte contemporânea, não somente pelos reacionários, mas também nos meios de esquerda. Estabelecerei também algumas comparações de como este debate ocorria em outros países europeus para os quais eu também trabalhei enquanto crítico de arte.
 
Alguns retratos: ARNAUD LABELLE-ROJOUX – PIERRE DUNOYER 

O Ato artístico é um ato pensante. 
Na França não se tem o costume, como ocorre nos países anglo-saxões, que um artista persiga também um trabalho de crítica ou de historiador da Arte. Foi na língua francesa que o termo Bobo como um pintor foi criado. Ou que Matisse formulava ainda esta frase terrível: « Você quer fazer pintura ? Antes de mais nada tem que cortar sua língua,... ».
Minha intervenção se dedica a dois artistas franceses que não se resignaram a este silêncio que Matisse requeria. Arnaud Labelle-Rojoux, artista inclassificável, filho espiritual de Marcel Duchamp, dos Pieds Nickelés et do movimento Fluxus, questiona livremente e com uma alegria evidente a arte e seus limites, explorando, particularmente, a via do humor e da poesia dos contrários. Pierre Dunoyer desde o início de sua carreira de pintor, no meio dos anos 70, se colocou como tarefa conceitualizar o termo « quadro » e isto tanto no domínio da pintura – separando a matéria da cor – como no domínio da filosofia « o quadro é um meio privilegiado que diz o ser ».
Debate

19h30min - Maria Ivone dos Santos (PPGAV-UFRGS).

Um artista no Brasil: lugares, contextos e políticas de uma prática teórica.
Constata-se atualmente no Brasil uma importante produção artística e teórica sendo realizada por artistas pesquisadores, muitos deles atuantes em universidades. Diante da ausência de uma política efetiva de veiculação destas produções para além do circuito acadêmico, sem editor e nem mercado, observa-se que a difusão acaba ocorrendo em outros circuitos. Buscaremos dialogar sobre o funcionamento dos textos de artistas editados em livros, revistas universitárias, revistas eletrônicas e também nas publicações independentes, observando estes contextos e instâncias assim como a importância da difusão dessas idéias, levantando questões também sobre os limites e abrangências destes modos de difusão. 
Ver, editar, ler e distribuir: jornais e outras publicações de artistas.
Como mapear e discutir o gesto crítico do artista que publica e busca abrir caminhos de difusão de seus atos e pensamentos no contexto do Brasil? Partindo do relato de processos e experiências artísticas que culminaram na organização de jornais (os jornais e o site dos Perdidos no Espaço), observando outras publicações de artistas brasileiros, buscando ver quais são os limites destes circuitos de difusão e seu impacto. Outra crítica?

20h15min - Mabe Bethônico (EBA-PPGA/UFMG)
Museumuseu: jornal e lugar, publicações e obras.
Desde 2001, através deste projeto buscamos articular diversas frentes de trabalho em formatos que comportam conteúdos produzidos a partir de atuações de campo, em instituições museológicas e outros contextos. Junto a exposições temporárias são desenvolvidos e disponibilizados trabalhos em websites, livros impressos, cadernos e, sobretudo, um Newsletter, jornal produzido como suporte de experimentação e divulgação. Nas jornadas discutiremos o alcance desses meios e seu potencial como território de trabalho coletivo.
Debate

domingo, 1 de novembro de 2009

Jornadas Preparatórias - Pontos de Vistas - Lugares, práticas e políticas das publicações de arte - ensaios críticos e publicações de artistas



Programa e demais informações: www.ufrgs.br/artes/escultura.     
Inscrições via email, para fpes@ufrgs.br.

Pontos de vista: lugares, práticas e políticas das publicações em Arte – Ensaios críticos e publicações de artistas
Jornadas preparatórias  (Simpósio Internacional em 2010)


Proposição de:
Maria Ivone DOS SANTOS, Artista-pesquisadora no Instituto de Artes, PPGAV - Grupo de pesquisas Veículos da Arte (CNPq), Porto Alegre.
Joerg BADER, Professor na HEART (Haute École d’art) Perpignan (França) e diretor do Centro de Fotografia de Genebra (Suiça).

Pontos de Vista é um projeto Internacional que tem por objetivo abordar as condições de publicações de críticos e de artistas, centrado sobre a cena francesa e brasileira da arte contemporânea. Este primeiro encontro suscitará intercâmbios entre os diferentes participantes da França e do Brasil, e com o público.
Tendo como objetivo principal observar, problematizar e colocar em evidência os modos de funcionamento da prática artística contemporânea; promover intercâmbios e experiências entre realidades distintas. As reflexões partem dos questionamentos a seguir: Que formas e que lugares podem se apresentar hoje para a prática artística contemporânea e para a crítica na França e No Brasil? Uma publicação de artista pode encontrar seu lugar político? Como formatar os modos de relação com seu público e com os sistemas artísticos, tendo como idéia original, a circulação da obra? Que bases são necessárias a fim de constituir um exercício crítico, tomando em conta a aproximação de duas culturas e a exploração recíproca de meios de comunicação que dizem respeito às idéias da prática e da crítica em arte?

Local : 
Museu da UFRGS - Av. Osvaldo Aranha, 277
www.museu.ufrgs.br | museu@museu.ufrgs.br | Telefone: (51) 33083390

Realização de:
Grupo de Pesquisa Veículos da Arte – PPGAV – Instituto de Artes / UFRGS
HEART de Perpignan

Apoio:
MUSEU DA UFRGS / PROPESQ / RELINTER - UFRGS 
CULTURES FRANCE / FPES – Perdidos no Espaço

Agradecimentos:
REVISTA PANORAMA CRÍTICO – LIVRARIA E EDITORA ZOUK

Equipe:
Design – Michel Zózimo da Rocha
Tradução – Pauline Gaudin.
Bolsista – Ariana Gomide Ferrari
Site – Joubert Vidor
+ Informações : www.ufrgs.br/artes/escultura/

«França.Br 2009»  Ano da França no Brasil (21 de abril a 15 de novembro) é organizado:
No Brasil: pelo Comissariado geral brasileiro, Pelo Ministério da Cultura e pelo Ministério das Relações Exteriores. Na França: Pelo Comissariado geral francês, pelo Ministério das relações exteriores e européiais, pelo Ministério da Cultura e da Comunicação e por Culturesfrance.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A Bienal do grito contido - Antonio Gonçalves Filho

A sétima edição da Bienal do Mercosul mostra suas melhores obras num museu


velha oposição museu-computador fica evidente na 7ª edição da Bienal do Mercosul, aberta até 29 de novembro em Porto Alegre. Dividida em sete exposições e com mais de 200 artistas participantes de países da América Latina, América do Norte e Europa, a mostra deixa claro que o mundo processado do computador - com sua fome de apropriação de obras - nem sempre resulta tão atraente quanto peças de arte corpóreas. Elas são as verdadeiras estrelas da bienal, não por acaso acomodadas pela curadora Victoria Noorthoorn num museu, o Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), dentro da mostra Desenho de Ideias, que reúne desde um precursor do expressionismo, o belga Ensor, colocado ao lado de Goeldi, até contemporâneos como Iran do Espírito Santo. É, de longe, a melhor das sete exposições da bienal sulista, que inclui vídeos, performances, teatro, peças radiofônicas, instalações e até um exercício coletivo de pichação com direito a críticas ao presidente Lula.

Aberta na sexta-feira pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, que levou ao palco o novo presidente da Bienal de São Paulo, Heitor Martins, promovendo o intercâmbio entre as duas mostras, a Bienal do Mercosul é marcada pelo reconhecimento de que estamos submetidos a uma antiga herança, como observou o historiador e crítico alemão Hans Belting. Até onde a vista pode alcançar, ainda são as imagens no interior do museu as que adquirem estatuto de arte, ao passo que as de fora estão condenadas a perseguir esse estatuto. Essa divisão, baseada no preceito de seleção, não foi provocada pelos espectadores, evoque-se. Ao selecionar grandes obras corpóreas para a exposição do Margs, os curadores da Bienal sabiam que as imateriais teriam dificuldades para se impor. Prova disso está bem ao lado do Margs, na mostra Projetáveis, instalada no prédio do Santander Cultural, que se propõe a explorar a materialização e localização específica de projetos que utilizam a www como canal. Um fiasco de imagens em movimento.

Numa oposição produtiva, algumas obras de mostras como Ficções do Invisível, Biografias Coletivas e Absurdo, instaladas nos armazéns do cais de Porto Alegre, não dependem da experiência do lugar para serem legitimadas. Mas são poucas entre tantas que traduzem a "estética da impermanência" de Harold Rosenberg.




quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A capital das monstruosidades, por Voltaire Schilling

A revista Panorama Crítico foi  criada com o objetivo de criar, de modo indepentende, um espaço aberto ao debate crítico. Dentro desse objetivo, colocamos aqui o texto de Voltaire Shilling na íntegra, publicado no último dia 25 de outubro e debatido na rádio hoje (dia 28) Gauchá FM, com os mais diversos profissionais e pensadores que atuam na cultura. Convidamos a todos (que já tenham lido o texto, assim como aqueles que não tenham lido ainda) os leitores da revista e do blog a realizarem seus comentários sobre o texto como forma de enriquecer e pensar sobre as aberturas que este texto polêmico gerou nos últimos dias.


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A capital das monstruosidades, por Voltaire Schilling*

Desde que Marcel Duchamp, um ex-artista cubista, francês de nascimento que escolheu os Estados Unidos como residência, mandou um urinol para ser exposto numa galeria de Nova York e, quase em seguida, em 1915, montou uma roda de bicicleta equilibrada sobre um pequeno banco e a fez passar por obra de arte, abriu-se a Caixa de Pandora dos horrores estéticos que a partir de então invadiram o cenário das exposições de arte.
Para acentuar ainda mais o seu deboche para com o que até então se entendia como arte, Duchamp, um pândego, um moleque crescido, pintou um belo bigode numa imagem da Mona Lisa de Leonardo da Vinci, ícone da pintura ocidental. Como ele não foi confinado num manicômio nem encarcerado por ofensas ao patrimônio estético (interessante observar que nunca o Direito Penal preocupou-se em classificar como crime hediondo quem de propósito fabricasse a feiura!), parte da vanguarda artística ocidental tomou-o como um profeta dos novos tempos. Estabeleceu-se então um deus nos acuda.
Todavia, o que particularmente nos chama a atenção como cidadãos desta nossa capital, que mais uma vez se vê intimidada pelo flagelo de uma nova “instalação”, é a notável concentração de “esculturas” e “monumentos” absolutamente espantosos. Um pior do que o outro.
Nosso calvário começa por aquela mandada erguer pelos burgueses do bairro Moinhos de Vento para celebrar sua vitória em 1964 que se encontra no Parcão (homenagem ao marechal Castello Branco, mas que também pode referir-se ao desembarque de um extraterrestre), chegando ao hediondo “timão” situado na rótula que antecede o museu Iberê Camargo.
Aliás, o primeiro “timão”, que parecia ter esterco como matéria original da sua composição, foi destruído pelos vileiros do Morro Santa Tereza, certamente indignados em terem-no nas vizinhanças (sofriam de uma injusta punição, além da pobreza tinham que encarar diariamente o exemplo da medonhice).
Este colar sem fim de mau gosto que nos assola ainda é composto pelo “cuiódromo”, encravado na rótula da Praça da Harmonia (obra que por igual pode ser entendida como a exaltação de um superúbere de uma vaca premiada), e por um tarugo de ferro enferrujado que adentra o Rio Guaíba nas proximidades da Usina do Gasômetro e que se intitula, pasmem, Olhos Atentos.
Nem os que foram perseguidos pelo regime militar escaparam destas maldades estéticas. O “monumento” que os lembra, erigido no Parque Marinha do Brasil, nos faz supor que eles continuarão atormentados ainda por muito tempo mais.
A gota d’água derradeira destas perversidades que acometem contra nós, pobres porto-alegrenses, foi a inauguração recente da Casa Monstro, situada na Rua dos Andradas. Pelo menos o autor, um jovem paulista, enfim alguém sincero no ramo, não a escondeu atrás de um título esotérico ou poético: é monstruosa, sim!
Trata-se da reprodução de um tumor que, inchado, é expelido pelas aberturas da construção e vem se mostrar aos olhos dos passantes, tal como se fora um abdômen de um canceroso recém aberto pelo bisturi de um cirurgião. Como se vê, uma maravilha!
Minha interrogação, depois de passar rapidamente os olhos sobre este vale de horrores que nos circunda, é por que Porto Alegre, cidade aprazível, moderna, povoada por gente simpática, habitada pelas mulheres mais belas do país e que abrigou artistas como Vasco Prado, Xico Stockinger e Danúbio Gonçalves, termina por excitar o pior lado de muitos que por aqui vêm expor?
Dizem-me que eles deixam estas abominações como doação (por não encontrarem compradores e não quererem arcar com o translado) e a infeliz prefeitura, constrangida, não tem como lhes dizer não.
Faço desde já um apelo ao secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, se este ano tal ameaça se repetir, mobilize-se. Levante recursos, promova uma ação entre os amigos da cidade para despachar tais coisas para qualquer outro lugar. Senão, peça socorro à ONU. Porto Alegre, aliviada, lhe será eternamente agradecida.

Jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS - 25 de Outubro de 2009

* Nascido em 1944, é professor de História e Mestrando na UFRGS, responsável pelo Projeto Cultural do Curso Universitário. Escreveu 8 livros (*) e mais de 40 polígrafos, a maioria sobre História e História das Idéias Políticas. É professor do Curso de Jornalismo Aplicado da RBS-RS e palestrante da AJURIS-RS. Fez o Curso de Língua e Cultura alemã em Berlim em 1986, onde foi palestrante na Universidade Livre. Representou o Brasil na Feira Internacional do Livro de Jerusalém, em 1991. É articulista da Zero Hora-RS na página de “Opinião”, colaborador do Caderno de Cultura ZH e, também, foi comentarista de assuntos internacionais, culturais e políticos do programa “Câmera 2” na TV Guaíba-RS.

sábado, 12 de setembro de 2009

Panorama Crítico #02 - Agosto /Setembro

Já está disponível a segunda edição da revista Panorama Critico. Esta edição, como Panorama, apresentamos a tradução do texto do artista e crítico de arte norte-americano Peter Plagens, Arte contemporânea revelada (Contemporary art uncovered). Em Artigos, temos a primeira parte do dossiê Documentos de Trabalho¹ apresenta dois textos de Flávio Gonçalvez e James Zortea. A Entrevista desta edição, realizada e enviada por Lilian Maus, é com a artista Maria Helena Bernardes. Na seção de Ensaios, apresentamos um pequeno dossiê de três textos² de Ismael Monticelli, Vitor Butkus e de Alice Souza

¹ desenvolvidos pelo grupo de pesquisa “Dimensões Artísticas e Documentais da Obra de Arte”
² produzidos durante a disciplina de Introdução a Museografia do curso de Artes Visuais da UFRGS, ministrada pela Profª. Drª. Ana Maria Albani de Carvalho.