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terça-feira, 1 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Steve McCurry - MIS/SP
Steve McCurry é o primeiro convidado do ciclo de palestras e workshops Grandes Mestres da Fotografia de 2010 promovido pela revista Fotografe Melhor e organizado pelo SP Photo Fest. A palestra no MIS se centra nas imagens de viagens e pessoas fotografadas por McCurry.
O fotógrafo norte-americano é membro da Agência Magnum e ficou conhecido mundialmente pela foto da refugiada afegã de apenas 13 anos que foi capa da Revista National Geographic em 1985.
O fotógrafo norte-americano é membro da Agência Magnum e ficou conhecido mundialmente pela foto da refugiada afegã de apenas 13 anos que foi capa da Revista National Geographic em 1985.
Auditório MIS
Palestra: 20 de Maio de 2010; Quinta, as 19h30
ingresso: gratuito - retirada de ingresso a partir de 1h antes.
A palestra também será transmitida ao vivo no site do MIS.
A palestra também será transmitida ao vivo no site do MIS.
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil
Telefone: (11) 2117 4777
Telefone: (11) 2117 4777
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Gestão de Acervos Filmográficos - MIS/SP
Com Maria Fernanda Curado Coelho
Esta palestra, que integra a Semana Nacional de Museus, aborda os conceitos essenciais da conservação, catalogação e difusão de acervos audiovisuais. O evento se focará no cotidiano do arquivo e suas reflexões são aplicáveis tanto na gestão dos arquivos com imagens fotoquímicas quanto eletrônicas (analógicas ou digitais).
Desde o surgimento do cinema em 1895, a imagem em movimento tornou-se uma veículo essencial para a percepção da realidade, especialmente nas culturas ocidentais. O mundo de hoje é inimaginável sem o cinema, a televisão, o vídeo, DVD, etc. Os acervos filmográficos – ou audiovisuais – são constituídos de objetos extremamente frágeis e exigem procedimentos específicos para sua conservação.
Maria Fernanda Curado Coelho - Mestre pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), pós-graduada em Museologia pelo Instituto de Museologia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e bacharel em Comunicação Social com Especialização em Cinema, Rádio e TV pela Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP. Há 30 anos trabalha na Cinemateca brasileira, atualmente no setor de preservação. Como professora convidada, ministra a disciplina Gestão de Arquivos Audiovisuais na pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) desde 2004.
Esta palestra, que integra a Semana Nacional de Museus, aborda os conceitos essenciais da conservação, catalogação e difusão de acervos audiovisuais. O evento se focará no cotidiano do arquivo e suas reflexões são aplicáveis tanto na gestão dos arquivos com imagens fotoquímicas quanto eletrônicas (analógicas ou digitais).
Desde o surgimento do cinema em 1895, a imagem em movimento tornou-se uma veículo essencial para a percepção da realidade, especialmente nas culturas ocidentais. O mundo de hoje é inimaginável sem o cinema, a televisão, o vídeo, DVD, etc. Os acervos filmográficos – ou audiovisuais – são constituídos de objetos extremamente frágeis e exigem procedimentos específicos para sua conservação.
Maria Fernanda Curado Coelho - Mestre pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), pós-graduada em Museologia pelo Instituto de Museologia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e bacharel em Comunicação Social com Especialização em Cinema, Rádio e TV pela Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP. Há 30 anos trabalha na Cinemateca brasileira, atualmente no setor de preservação. Como professora convidada, ministra a disciplina Gestão de Arquivos Audiovisuais na pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) desde 2004.
Palestra: 19 de maio de 201, quarta 20h - auditório MIS
ingresso: gratuito - retirar ingresso com 1 hora de antecedência.
ingresso: gratuito - retirar ingresso com 1 hora de antecedência.
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
Telefone: (11) 2117 4777
Telefone: (11) 2117 4777
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Paço das Artes - 8ª Semana Nacional de Museus
Paço das Artes organiza programação especial para a 8ª Semana Nacional de Museus
Dando início às comemorações de seus 40 anos, e integrado à 8ª Semana Nacional de Museus, o Paço das Artes organiza uma programação gratuita e diversificada: palestras, leituras críticas de portfólios, oficinas para o público infanto-juvenil, além do lançamento do novo site e dos catálogos das últimas exposições
De 18 a 22 de maio, o Paço das Artes participa da 8ª Semana Nacional de Museus, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Aderindo ao tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) - Museus para a harmonia social -, o desafio é promover um diálogo com a sociedade sobre a vida artístico-cultural contemporânea. Com a programação especialmente preparada para a Semana, o Paço das Artes assinala o início das comemorações dos seus 40 anos de existência.
A programação tem início no dia 18 de maio (terça), às 19h, com apresentação de Priscila Arantes, diretora técnica da instituição, sobre o Paço das Artes na 8ª Semana de Museus. Às 19h30, Agnaldo Farias profere a palestra Arte contemporânea e museu, que também inaugura Diálogos Estéticos – 10 encontros sobre arte contemporânea, projeto desenvolvido pelo Paço Educativo que ocorrerá até outubro deste ano. No mesmo dia, também acontecem os lançamentos do novo site do Paço das Artes e do livro do III Simpósio Internacional de Arte Contemporânea do Paço das Artes 2009, além dos catálogos da exposição Urbi et Orbi e do projeto Zonas de Contato.
Nos dias 19 e 20 de maio (quarta e quinta), as atividades seguem com a Maratona de Críticos, na qual críticos que participam da Temporada de Projetos 2010 realizam leitura de portfólios ou de trabalhos de jovens artistas. No dia 19, das 16h às 20h, estarão presentes Carlos Eduardo Riccioppo, Duda Porto de Souza, José Bento Ferreira e Mario Gioia. No dia 20, das 11h às 15h, é a vez dos críticos Cauê Alves, Fernanda Albuquerque, Marcio Harum e Paula Braga. Haverá 32 leituras diárias, e as inscrições podem ser realizadas até o dia 17 de maio mediante envio de e-mail com cinco imagens para producao@pacodasartes.org.br.
Para o último dia, a programação é voltada para professores e público infanto-juvenil. Dia 22 de maio (sábado), das 10h30 às 12h, Stela Barbieri, curadora de educação da 29ª Bienal de São Paulo, e Mariza Szpigel, coordenadora assistente de educação da 29ª Bienal de São Paulo, participam do Encontro com professores. Com o tema Arte e ensino – uma relação entre a escola e o museu, a conversa se direciona para o ensino da arte na escola e as ações educativas nas instituições culturais. A inscrição deve ser feita mediante envio de e-mail para educativo@pacodasartes.org.br.
Encerrando a 8ª Semana Nacional de Museus no Paço das Artes, o Núcleo Educativo organizou o Paço Criança, que acontece no dia 22 de maio, das 14 às 17h. Será oferecido um circuito de oficinas - jogos e brincadeiras, atividades de colagem e pintura - voltadas para o público de 06 a 14 anos. Serão disponibilizadas 30 vagas e não há necessidade de inscrição prévia.
8ª Semana Nacional de Museus
Priscila Arantes - Paço das Artes na 8ª Semana de Museus
Dando início às comemorações de seus 40 anos, e integrado à 8ª Semana Nacional de Museus, o Paço das Artes organiza uma programação gratuita e diversificada: palestras, leituras críticas de portfólios, oficinas para o público infanto-juvenil, além do lançamento do novo site e dos catálogos das últimas exposições
De 18 a 22 de maio, o Paço das Artes participa da 8ª Semana Nacional de Museus, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Aderindo ao tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM) - Museus para a harmonia social -, o desafio é promover um diálogo com a sociedade sobre a vida artístico-cultural contemporânea. Com a programação especialmente preparada para a Semana, o Paço das Artes assinala o início das comemorações dos seus 40 anos de existência.
A programação tem início no dia 18 de maio (terça), às 19h, com apresentação de Priscila Arantes, diretora técnica da instituição, sobre o Paço das Artes na 8ª Semana de Museus. Às 19h30, Agnaldo Farias profere a palestra Arte contemporânea e museu, que também inaugura Diálogos Estéticos – 10 encontros sobre arte contemporânea, projeto desenvolvido pelo Paço Educativo que ocorrerá até outubro deste ano. No mesmo dia, também acontecem os lançamentos do novo site do Paço das Artes e do livro do III Simpósio Internacional de Arte Contemporânea do Paço das Artes 2009, além dos catálogos da exposição Urbi et Orbi e do projeto Zonas de Contato.
Nos dias 19 e 20 de maio (quarta e quinta), as atividades seguem com a Maratona de Críticos, na qual críticos que participam da Temporada de Projetos 2010 realizam leitura de portfólios ou de trabalhos de jovens artistas. No dia 19, das 16h às 20h, estarão presentes Carlos Eduardo Riccioppo, Duda Porto de Souza, José Bento Ferreira e Mario Gioia. No dia 20, das 11h às 15h, é a vez dos críticos Cauê Alves, Fernanda Albuquerque, Marcio Harum e Paula Braga. Haverá 32 leituras diárias, e as inscrições podem ser realizadas até o dia 17 de maio mediante envio de e-mail com cinco imagens para producao@pacodasartes.org.br.
Para o último dia, a programação é voltada para professores e público infanto-juvenil. Dia 22 de maio (sábado), das 10h30 às 12h, Stela Barbieri, curadora de educação da 29ª Bienal de São Paulo, e Mariza Szpigel, coordenadora assistente de educação da 29ª Bienal de São Paulo, participam do Encontro com professores. Com o tema Arte e ensino – uma relação entre a escola e o museu, a conversa se direciona para o ensino da arte na escola e as ações educativas nas instituições culturais. A inscrição deve ser feita mediante envio de e-mail para educativo@pacodasartes.org.br.
Encerrando a 8ª Semana Nacional de Museus no Paço das Artes, o Núcleo Educativo organizou o Paço Criança, que acontece no dia 22 de maio, das 14 às 17h. Será oferecido um circuito de oficinas - jogos e brincadeiras, atividades de colagem e pintura - voltadas para o público de 06 a 14 anos. Serão disponibilizadas 30 vagas e não há necessidade de inscrição prévia.
8ª Semana Nacional de Museus
Priscila Arantes - Paço das Artes na 8ª Semana de Museus
Palestra / Diálogos Estéticos – 10 encontros sobre arte contemporânea
Agnaldo Farias - Arte contemporânea e museu
Lançamentos: Novo site do Paço das Artes + livro do III Simpósio Internacional de Arte Contemporânea do Paço das Artes 2009 + catálogos da exposição Urbi et Orbi e do projeto Zonas de Contato
18 de maio, terça-feira, 19h
Paço das Artes
Av. da Universidade nº 01, Cidade Universitária, São Paulo - SP
11-3814-4832 ou pacodasartes@pacodasartes.sp.gov.br
www.pacodasartes.org.br
Agnaldo Farias - Arte contemporânea e museu
Lançamentos: Novo site do Paço das Artes + livro do III Simpósio Internacional de Arte Contemporânea do Paço das Artes 2009 + catálogos da exposição Urbi et Orbi e do projeto Zonas de Contato
18 de maio, terça-feira, 19h
Paço das Artes
Av. da Universidade nº 01, Cidade Universitária, São Paulo - SP
11-3814-4832 ou pacodasartes@pacodasartes.sp.gov.br
www.pacodasartes.org.br
Horários: de terça a sexta, 11h30-19h; sábado, domingo e feriado, 12h30-17h30
Fonte Canal Contemporâneo
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Como fazer cinema sem filme? - Fundação Eva Klabin
A Fundação Eva Klabin continua no dia 18 de maio seu ciclo de discussões através de pesquisas universitárias. O terceiro encontro do projeto mensal “Plataforma de Pesquisa” tem a presença da artista plástica Lívia Flores para falar sobre seu trabalho intitulado “Como fazer um cinema sem filme?”. O ciclo de palestras consiste em trazer para a FEK artistas plásticos e críticos atuantes no circuito das artes para apresentar suas teses já defendidas com uma linguagem acessível para o grande público.
A tese de Lívia fala sobre o ready-made – conceito utilizado pelo artista Marcel Duchamp, que se refere ao uso de objetos industrializados no âmbito da arte. Concentrando-se na obra de Duchamp La Mariée mise à nu par ses célibataires, même, é possível seguir trilhas abertas por pensamentos que levam à discussão da imagem e da linguagem inscritas nas coisas materiais.
Nietzsche e Blanchot, o pensamento trágico e o iconoclasta, Deleuze, Borges e Hollis Frampton traçam seus percursos nesse labirinto. O mundo se pensa como texto ou filme, sonho ou imagem ao espelho. Ao final, constatam-se certos efeitos sobre a noção de obra de arte que incidem diretamente na relação entre artista e público – uma relação propriamente política.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors: “a iniciativa é uma atividade pioneira que tem por objetivo tirar as teses de dentro da academia para serem apresentadas de forma mais leve para o público, que em geral desconhece a excelência da produção de pensamento que tem sido gerada nas universidades brasileiras e que muitas vezes fica limitada a um círculo restrito de pessoas, quando não são publicadas”. O projeto conta com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
Sobre Lívia Flores - É artista e trabalha com instalações cinemáticas desde o final dos anos 90. Recentemente vem pesquisando a incidência do cinematográfico sobre modos instáveis de produção em arte, a partir de experiências onde o filme se torna facultativo. É professora adjunta da Escola de Comunicação (ECO/UFRJ) e do Programa da Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ).
Quando: 18 de maio, terça-feira, 17h30
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
21-3202-8554/8550 ou cultura@evaklabin.org.br
www.evaklabin.org.br
A tese de Lívia fala sobre o ready-made – conceito utilizado pelo artista Marcel Duchamp, que se refere ao uso de objetos industrializados no âmbito da arte. Concentrando-se na obra de Duchamp La Mariée mise à nu par ses célibataires, même, é possível seguir trilhas abertas por pensamentos que levam à discussão da imagem e da linguagem inscritas nas coisas materiais.
Nietzsche e Blanchot, o pensamento trágico e o iconoclasta, Deleuze, Borges e Hollis Frampton traçam seus percursos nesse labirinto. O mundo se pensa como texto ou filme, sonho ou imagem ao espelho. Ao final, constatam-se certos efeitos sobre a noção de obra de arte que incidem diretamente na relação entre artista e público – uma relação propriamente política.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors: “a iniciativa é uma atividade pioneira que tem por objetivo tirar as teses de dentro da academia para serem apresentadas de forma mais leve para o público, que em geral desconhece a excelência da produção de pensamento que tem sido gerada nas universidades brasileiras e que muitas vezes fica limitada a um círculo restrito de pessoas, quando não são publicadas”. O projeto conta com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
Sobre Lívia Flores - É artista e trabalha com instalações cinemáticas desde o final dos anos 90. Recentemente vem pesquisando a incidência do cinematográfico sobre modos instáveis de produção em arte, a partir de experiências onde o filme se torna facultativo. É professora adjunta da Escola de Comunicação (ECO/UFRJ) e do Programa da Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ).
Quando: 18 de maio, terça-feira, 17h30
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Artista Hélio Fervenza realiza palestra na FURG
| O artista plástico Hélio Fervenza será responsável pela palestra "Apresentações, Registros, Processos Artísticos" nesta quinta-feira, 13, às 13h30min, no miniauditório do Instituto de Letras e Artes (prédio de Artes Visuais, Campus Carreiros) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). A iniciativa é do Curso de Artes Visuais da FURG, a Contra Capa Editora e a Livraria Vanguarda. Doutor pela Université Paris I, de Panthéon-Sorbonne, Fervenza realiza exposições individuais e coletivas em diferentes países desde 1983. Sua prática artística utiliza diversos meios, onde noções como as de apresentação ou vazio são recorrentes. Um pouco do trabalho do artista pode ser conferido no www.heliofervenza.net. É professor do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pesquisador do CNPq. Coordena o grupo de pesquisa Veículos da arte e desenvolve atividades diversas junto ao programa FPES - Perdidos no Espaço. No mesmo dia, às 17h30min, ele realiza o lançamento do livro "Dispositivos de registro na arte contemporânea", na Livraria Vanguarda. |
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Você gostaria de participar de uma experiência artística? - Uma abordagem diferenciada do circuito de arte
A Fundação Eva Klabin continua no dia 27 de abril seu ciclo de discussões através de pesquisas universitárias. O segundo encontro do projeto mensal “Plataforma de Pesquisa” tem a presença do artista plástico Ricardo Basbaum para apresentar seu trabalho intitulado “Você gostaria de participar de uma experiência artística?”. O ciclo de palestras consiste em trazer para a FEK artistas plásticos e críticos atuantes no circuito das artes para apresentar suas teses já defendidas com uma linguagem acessível para o grande público.
O trabalho consiste em investigar aspectos que envolvem a participação do espectador, escultura e instalação, assim como uma abordagem do circuito de arte. como desdobramento da obra que Ricardo Basbaum vem realizando, desde 1994, como artista. Sua pesquisa é extremamente rica na medida em que conjuga além de uma produção prática, uma produção teórica. Desta forma, sua pesquisa é conduzida em duas etapas complementares: inicialmente, é elaborada a noção da Teoria de Artista (Künstlertheorie) como procedimento de trabalho que envolve a produção de textos e de obras de arte, articulando teoria e prática a partir de um sistema de revezamentos “plásticos-discursivos”.
A outra parte do trabalho tem foco no desenvolvimento teórico do projeto com a utilização da escrita de artista na elaboração de uma nova narrativa – articulando, deste modo, formas visuais e discursivas. Como resultado, é produzido um texto que se inscreve como Teoria de Artista enquanto obra de arte.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors “a atividade faz circular trabalhos relacionados às artes fora do círculo acadêmico. A produção de pensamento ganha uma vitrine importante no cenário artístico cultural. Em ciclos de debates como este vemos a possibilidade de discussões sobre os mais variados assuntos como tivemos nos eventos anteriores, onde foram abordados temas diferentes e sem nenhuma conexão.” O projeto conta ainda com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
Sobre Ricardo Basbaum
Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo (2008). Professor do Instituto de Artes UERJ e da Faculdade Santa Marcelina. Expõe regularmente desde 1981. Trabalha em torno das relações sociais e interpessoais e neste contexto desenvolveu uma abordagem comunicativa para impulsionar a circulação de ações e formas. Com diagramas, desenhos, textos e instalações cria dispositivos interativos nos quais a experiência pessoal e individual dos atores e observadores participantes desempenha papel relevante. Exposições individuais recentes incluem membranosa-entre (NBP), Galeria Luciana Brito, São Paulo (2009); Re-projecting (Utrecht), Casco Office for Art, Theory and Design, Utrecht, Holanda (2008); e La société du spectacle (& NBP), Kunstraum lakeside, Klagenfurt, Austria (2007). Participou da documenta 12, Kassel (2007), da Bienal de Xangai (2008) e da 24ª Bienal de São Paulo (2002). Autor de Além da Pureza visual (Zouk, 2007). Publicou diversos textos em revistas especializadas no Brasil e no exterior.
Palestrante Ricardo Basbaum
27 de abril, terça-feira, 17h30
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
21-3202-8554/8550 ou cultura@evaklabin.org.br
www.evaklabin.org.br
Fonte Canal Contemporâneo
O trabalho consiste em investigar aspectos que envolvem a participação do espectador, escultura e instalação, assim como uma abordagem do circuito de arte. como desdobramento da obra que Ricardo Basbaum vem realizando, desde 1994, como artista. Sua pesquisa é extremamente rica na medida em que conjuga além de uma produção prática, uma produção teórica. Desta forma, sua pesquisa é conduzida em duas etapas complementares: inicialmente, é elaborada a noção da Teoria de Artista (Künstlertheorie) como procedimento de trabalho que envolve a produção de textos e de obras de arte, articulando teoria e prática a partir de um sistema de revezamentos “plásticos-discursivos”.
A outra parte do trabalho tem foco no desenvolvimento teórico do projeto com a utilização da escrita de artista na elaboração de uma nova narrativa – articulando, deste modo, formas visuais e discursivas. Como resultado, é produzido um texto que se inscreve como Teoria de Artista enquanto obra de arte.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors “a atividade faz circular trabalhos relacionados às artes fora do círculo acadêmico. A produção de pensamento ganha uma vitrine importante no cenário artístico cultural. Em ciclos de debates como este vemos a possibilidade de discussões sobre os mais variados assuntos como tivemos nos eventos anteriores, onde foram abordados temas diferentes e sem nenhuma conexão.” O projeto conta ainda com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
Sobre Ricardo Basbaum
Doutor em Artes pela Universidade de São Paulo (2008). Professor do Instituto de Artes UERJ e da Faculdade Santa Marcelina. Expõe regularmente desde 1981. Trabalha em torno das relações sociais e interpessoais e neste contexto desenvolveu uma abordagem comunicativa para impulsionar a circulação de ações e formas. Com diagramas, desenhos, textos e instalações cria dispositivos interativos nos quais a experiência pessoal e individual dos atores e observadores participantes desempenha papel relevante. Exposições individuais recentes incluem membranosa-entre (NBP), Galeria Luciana Brito, São Paulo (2009); Re-projecting (Utrecht), Casco Office for Art, Theory and Design, Utrecht, Holanda (2008); e La société du spectacle (& NBP), Kunstraum lakeside, Klagenfurt, Austria (2007). Participou da documenta 12, Kassel (2007), da Bienal de Xangai (2008) e da 24ª Bienal de São Paulo (2002). Autor de Além da Pureza visual (Zouk, 2007). Publicou diversos textos em revistas especializadas no Brasil e no exterior.
Palestrante Ricardo Basbaum
27 de abril, terça-feira, 17h30
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
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sábado, 24 de abril de 2010
Reunir as gravuras de Iberê Camargo às de Goeldi e Segall deve permitir a reflexão sobre as semelhanças e as distinções entre as suas opções poéticas, seus universos temáticos, suas dimensões técnicas, seus cálculos estéticos. Além disso, deve propiciar novas interpretações para a presença dessa vertente expressiva na história da arte brasileira, de maneira a propor genealogias diversas, diálogos menos batidos. Afinal, a impressionante riqueza da obra gráfica desses artistas nos obriga a repensar o problema do moderno na arte feita no Brasil, bem como discutir a sua validade contemporânea.
Curadoria: Vera Beatriz Siqueira
Abertura: 24 de abril de 2010, sábado
Palestra com a curadora às 16h; Coquetel às 17h Exposição: de 25 de abril a 10 de julho de 2010, de terça a sábado e feriados das 14h às 19h; domingos das 14h às 18h
Curadoria: Vera Beatriz Siqueira
Abertura: 24 de abril de 2010, sábado
Palestra com a curadora às 16h; Coquetel às 17h Exposição: de 25 de abril a 10 de julho de 2010, de terça a sábado e feriados das 14h às 19h; domingos das 14h às 18h
Museu Lasar Segall (IBRAM - MINC)
Rua Berta 111; São Paulo, SP
Tel: (11) 5574-7322
Fonte: Koralle e Museu Lasa Segall
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Depois de história do futuro: (arte) e sua exterioridade - Deslocamentos criativos, movimentos e transformações
A Fundação Eva Klabin recomeça no dia 23 de março seu ciclo de discussões através de pesquisas universitárias. O primeiro encontro do projeto mensal “Plataforma de Pesquisa” tem a presença do artista plástico e pesquisador Milton Machado para apresentar seu trabalho de doutorado na London University (Goldsmiths College), intitulado “Depois de História do Futuro: (arte) e sua exterioridade”. O ciclo de palestras consiste em trazer para a FEK artistas plásticos e críticos atuantes no circuito das artes para apresentar suas teses já defendidas com uma linguagem acessível para o grande público.
O trabalho parte de modelos observados na ciência, na tecnologia, na arquitetura e no design, para examinar casos – o da arte em particular – em que objetos que existem extraordinariamente promovem a produção de um conhecimento que questiona o objeto ordinário e o modelo ordinário; em que o trabalho excede, muitas vezes para superar, subverter, mesmo trair, sejam quais forem as funções prescritas no projeto, respondendo, e dando origem, mais do que ao desígnio original.
Há também casos em que resultados e respostas muitas vezes são excessivos, inesperados, de impossível (e desaconselhável) prescrição; em que as narrativas muitas vezes escapam aos roteiros pré-programados da maestria e do controle; em que o trabalho significativo invariavelmente projeta sua exterioridade; em que os objetos operam por meio de deslocamentos, seja do sítio [site] e das condições para a produção de arte, seja dos significados – do trabalho, da arte mesma – ativados por essa produção.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors “a atividade pretende discutir as teses fora das salas de aula, fazendo circular a produção de pensamento relacionada às artes. É muito interessante promover um ciclo de debates sobre os mais variados assuntos como tivemos nos eventos anteriores, onde foram abordados temas como a construção de monumentos aos judeus mortos no Holocausto e as narrativas críticas e históricas da modernidade”. O projeto conta ainda com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
O trabalho parte de modelos observados na ciência, na tecnologia, na arquitetura e no design, para examinar casos – o da arte em particular – em que objetos que existem extraordinariamente promovem a produção de um conhecimento que questiona o objeto ordinário e o modelo ordinário; em que o trabalho excede, muitas vezes para superar, subverter, mesmo trair, sejam quais forem as funções prescritas no projeto, respondendo, e dando origem, mais do que ao desígnio original.
Há também casos em que resultados e respostas muitas vezes são excessivos, inesperados, de impossível (e desaconselhável) prescrição; em que as narrativas muitas vezes escapam aos roteiros pré-programados da maestria e do controle; em que o trabalho significativo invariavelmente projeta sua exterioridade; em que os objetos operam por meio de deslocamentos, seja do sítio [site] e das condições para a produção de arte, seja dos significados – do trabalho, da arte mesma – ativados por essa produção.
De acordo com o coordenador do projeto e curador da Fundação Eva Klabin, Marcio Doctors “a atividade pretende discutir as teses fora das salas de aula, fazendo circular a produção de pensamento relacionada às artes. É muito interessante promover um ciclo de debates sobre os mais variados assuntos como tivemos nos eventos anteriores, onde foram abordados temas como a construção de monumentos aos judeus mortos no Holocausto e as narrativas críticas e históricas da modernidade”. O projeto conta ainda com a consultoria de Gloria Ferreira, doutora em História da Arte.
Sobre Milton Machado
Artista plástico e pesquisador. Desde 1970, diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Textos publicados em livros, revistas, jornais e websites. De 1979 a 1994, foi professor do Centro de Arquitetura e Artes da Universidade Santa Úrsula e, de 1983 a 1994, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Professor adjunto do Departamento de História e Teoria da Arte e do PPGAV-Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Escola de Belas Artes EBA / UFRJ. Pesquisador do CNPq.
Plataforma de pesquisa: Depois de história do futuro: (arte) e sua exterioridade - Deslocamentos criativos, movimentos e transformações
Palestrante Milton Machado
23 de março, terça-feira, 17h30
Palestrante Milton Machado
23 de março, terça-feira, 17h30
Fundação Eva Klabin
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
21-3202-8554 / 8550 ou cultura@evaklabin.org.br
www.evaklabin.org.br
Fonte Canal Contemporâneo
Av. Epitácio Pessoa 2480, Lagoa, Rio de Janeiro - RJ
21-3202-8554 / 8550 ou cultura@evaklabin.org.br
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domingo, 21 de março de 2010
Lançamento do livro "Vera Chaves Barcellos, Obras Incompletas", de François Soulages
O filósofo francês François Soulages escreve sobre a obra de Vera Chaves Barcellos, traçando o caminho percorrido pela artista desde o início de sua carreira até os dias atuais. O livro (Editora Zouk, 368 pg., 29x21cm, capa dura) tem edição quadrilíngue - português, inglês, espanhol e francês - e traz um farto caderno de imagens dos trabalhos de Vera Chaves Barcellos. O lançamento acontece no StudioClio com sessão de autógrafos. Soulages virá da França especialmente para a ocasião.
Dia 24 de março, quarta-feira, às 19h30
Studio Clio
Rua José do Patrocínio, 698
Cidade Baixa - Porto Alegre - RS
telefone: 51.3254.7200
Entrada franca
Cidade Baixa - Porto Alegre - RS
telefone: 51.3254.7200
Entrada franca
Fonte Koralle
sábado, 20 de março de 2010
Palestra com Yoshua Okón
Yoshua Okon, artista que possui um papel de destaque na inserção da arte contemporânea mexicana no cenário internacional, realiza a palestra Processo Criativo. Fruto de parceria entre o MIS e o Instituto Cervantes, a palestra irá se focar no desenvolvimento das suas criações artísticas, que envolvem mídias como vídeo, fotografia, performance e instalação.
Considerado por uma parcela da crítica um precursor de uma jovem arte conceitual, em geral trabalha com questões de poder, classe social e etnicidade. Entende que um importante papel da arte é colocar o espectador em uma situação incômoda a partir de sua inserção dentro do jogo que a obra de arte cria. Essa situação o forçaria a sair de uma posição passiva e confortável e posicionar-se. Tal elemento de seus trabalhos o levou a ser adjetivado pela crítica de irreverente e polêmico.
Sobre Yoshua Okón
Nasceu na Cidade do México em 1970, onde vive e trabalha alternadamente com Los Angeles, EUA. Mestre em Artes pela UCLA, Los Angeles/EUA, através de uma Bolsa Fullbright (2002), e Bacharel em Belas Artes pela Concordia University, Montreal/Canadá. Em 1994, fundou a La Panaderia, espaço coordenado por artistas na Cidade do México.
Considerado por uma parcela da crítica um precursor de uma jovem arte conceitual, em geral trabalha com questões de poder, classe social e etnicidade. Entende que um importante papel da arte é colocar o espectador em uma situação incômoda a partir de sua inserção dentro do jogo que a obra de arte cria. Essa situação o forçaria a sair de uma posição passiva e confortável e posicionar-se. Tal elemento de seus trabalhos o levou a ser adjetivado pela crítica de irreverente e polêmico.
Sobre Yoshua Okón
Nasceu na Cidade do México em 1970, onde vive e trabalha alternadamente com Los Angeles, EUA. Mestre em Artes pela UCLA, Los Angeles/EUA, através de uma Bolsa Fullbright (2002), e Bacharel em Belas Artes pela Concordia University, Montreal/Canadá. Em 1994, fundou a La Panaderia, espaço coordenado por artistas na Cidade do México.
Palestra / encontro com artista: 22 de março 2010, segunda, as 20h; auditório do MIS; ingresso: gratuito
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777
sexta-feira, 12 de março de 2010
Palestra Cálculo de Expressão e lançamento do livro Iberê Camargo: Origem e Destino na Fundação Iberê Camargo
Palestra Cálculo de Expressão - Mônica Sielinsky, Paulo Sérgio Duarte, Vera Beatriz Siqueira
Às 11h do dia 13 de março, o público poderá acompanhar debate sobre a exposição Cálculo da Expressão, realizado entre a curadora da mostra e professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Vera Beatriz Siqueira, a responsável pela catalogação da obra de Iberê Camargo, Mônica Zielinsky, e o crítico e professor de história da arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Duarte. Os participantes que se inscreverem pelo site da Fundação (www.iberecamargo.org.br) receberão o livro Iberê Camargo: Origem e Destino¸ editado pela Cosac Naify e pela Fundação e que será lançado no mesmo dia e autografado pela autora Vera Beatriz Siqueira
A Fundação Iberê Camargo reúne, no dia 13 de março, três grandes nomes da arte brasileira no ciclo de palestras gratuito sobre a exposição Cálculo da Expressão, mostra que reúne obras de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo e que permanece em cartaz até 14 de março. Vera Beatriz Siqueira, professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), historiadora de Arte, doutora em história pela mesma instituição e curadora da mostra, Mônica Zielinsky, professora de Teoria e História da Arte na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e responsável pela catalogação da obra de Iberê Camargo, e Paulo Sérgio Duarte, crítico, professor de história da arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, irão debater sobre as obras e a trajetória dos três mestres expressionistas. “Irei apresentar questões que motivaram a curadoria e explicarei como selecionei as obras. Relatarei sobre a ideia da mostra, que é apresentar as gravuras dos três artistas como um processo estruturado para reproduzir o potencial visual que eles almejavam. A economia de meios de Goeldi, a formalização erudita de Segall, a concentração e intensidade formal de Iberê Camargo seriam esses cálculos de expressão”, adianta a curadora.
O ciclo será às 11h, na sede da Fundação e, para deleite do público, aqueles que efetuarem a inscrição pelo site (www.iberecamargo.org.br) receberão o livro Iberê Camargo: Origem e Destino¸ autografado pela autora Vera Beatriz Siqueira. A obra da editora Cosac Naify e da Fundação Roberto Marinho traz 51 ilustrações e textos que transitam por quatro fases principais do artista, e será lançada logo após o ciclo de palestras, com sessão de autógrafos.
Cálculo de Expressão – A exposição Cálculo de Expressão, tema do ciclo gratuito de palestras do dia 13, fica em cartaz em Porto Alegre até o dia seguinte, 14 de março, e reúne um encontro raro: 156 gravuras, 12 matrizes e nove livros ilustrados de três dos principais nomes da arte moderna brasileira, Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo. Da Capital Gaúcha, a mostra vai para São Paulo, onde será apresentada no Museu Lasar Segall de 24 de abril até 10 de junho. O patrocínio é das empresas Gerdau, Itaú, Camargo Corrêa, Vonpar e De Lage Landen, e auditoria de PriceWaterhouseCoopers.
lançamento do livro Iberê Camargo: Origem e Destino
Um convite para percorrer a vida e a obra de Iberê Camargo (1914-1994) e um painel extremamente cuidadoso e enriquecedor, tanto para os que conhecem o trabalho do artista quanto para aqueles que procuram uma apresentação ao seu universo. Assim é o livro Iberê Camargo: Origem e Destino, escrito pela professora de História da Arte do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Vera Beatriz Siqueira. Na obra, que será lançada no dia 13 de março, ela transita pelas fases do artista que o transformaram num dos mais importantes da pintura brasileira.
Publicado pela maior editora de artes do país, a Cosac Naify, e pela Fundação Iberê Camargo, o volume é organizado cronologicamente, como uma biografia, e sua espinha dorsal conduz o leitor pelas experiências e encontros que influenciaram Iberê Camargo. A autora dividiu o livro em quatro fases principais: Origem e destino (1914-56); Carretéis, estruturas dinâmicas, núcleos (1956- 64); A qualidade da forma (1964-80); e Imagens interiores (1980-1994). Cada capítulo traz imagens não apenas das obras do pintor, mas também de esboços de obras, estudos e desenhos. Ao final de cada uma das quatro partes, a edição traz comentários analíticos dos quadros mais representativos do artista, escritos pelos mais importantes críticos de arte brasileiros, entre os quais Rodrigo Naves, Paulo Venâncio Filho, Ronaldo Brito, Lorenzo Mammì, Ferreira Gullar e Paulo Sérgio Duarte.
Às 11h do dia 13 de março, o público poderá acompanhar debate sobre a exposição Cálculo da Expressão, realizado entre a curadora da mostra e professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Vera Beatriz Siqueira, a responsável pela catalogação da obra de Iberê Camargo, Mônica Zielinsky, e o crítico e professor de história da arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Duarte. Os participantes que se inscreverem pelo site da Fundação (www.iberecamargo.org.br) receberão o livro Iberê Camargo: Origem e Destino¸ editado pela Cosac Naify e pela Fundação e que será lançado no mesmo dia e autografado pela autora Vera Beatriz Siqueira
A Fundação Iberê Camargo reúne, no dia 13 de março, três grandes nomes da arte brasileira no ciclo de palestras gratuito sobre a exposição Cálculo da Expressão, mostra que reúne obras de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo e que permanece em cartaz até 14 de março. Vera Beatriz Siqueira, professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), historiadora de Arte, doutora em história pela mesma instituição e curadora da mostra, Mônica Zielinsky, professora de Teoria e História da Arte na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e responsável pela catalogação da obra de Iberê Camargo, e Paulo Sérgio Duarte, crítico, professor de história da arte e pesquisador do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, irão debater sobre as obras e a trajetória dos três mestres expressionistas. “Irei apresentar questões que motivaram a curadoria e explicarei como selecionei as obras. Relatarei sobre a ideia da mostra, que é apresentar as gravuras dos três artistas como um processo estruturado para reproduzir o potencial visual que eles almejavam. A economia de meios de Goeldi, a formalização erudita de Segall, a concentração e intensidade formal de Iberê Camargo seriam esses cálculos de expressão”, adianta a curadora.
O ciclo será às 11h, na sede da Fundação e, para deleite do público, aqueles que efetuarem a inscrição pelo site (www.iberecamargo.org.br) receberão o livro Iberê Camargo: Origem e Destino¸ autografado pela autora Vera Beatriz Siqueira. A obra da editora Cosac Naify e da Fundação Roberto Marinho traz 51 ilustrações e textos que transitam por quatro fases principais do artista, e será lançada logo após o ciclo de palestras, com sessão de autógrafos.
Cálculo de Expressão – A exposição Cálculo de Expressão, tema do ciclo gratuito de palestras do dia 13, fica em cartaz em Porto Alegre até o dia seguinte, 14 de março, e reúne um encontro raro: 156 gravuras, 12 matrizes e nove livros ilustrados de três dos principais nomes da arte moderna brasileira, Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo. Da Capital Gaúcha, a mostra vai para São Paulo, onde será apresentada no Museu Lasar Segall de 24 de abril até 10 de junho. O patrocínio é das empresas Gerdau, Itaú, Camargo Corrêa, Vonpar e De Lage Landen, e auditoria de PriceWaterhouseCoopers.
lançamento do livro Iberê Camargo: Origem e Destino
Um convite para percorrer a vida e a obra de Iberê Camargo (1914-1994) e um painel extremamente cuidadoso e enriquecedor, tanto para os que conhecem o trabalho do artista quanto para aqueles que procuram uma apresentação ao seu universo. Assim é o livro Iberê Camargo: Origem e Destino, escrito pela professora de História da Arte do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Vera Beatriz Siqueira. Na obra, que será lançada no dia 13 de março, ela transita pelas fases do artista que o transformaram num dos mais importantes da pintura brasileira.
Publicado pela maior editora de artes do país, a Cosac Naify, e pela Fundação Iberê Camargo, o volume é organizado cronologicamente, como uma biografia, e sua espinha dorsal conduz o leitor pelas experiências e encontros que influenciaram Iberê Camargo. A autora dividiu o livro em quatro fases principais: Origem e destino (1914-56); Carretéis, estruturas dinâmicas, núcleos (1956- 64); A qualidade da forma (1964-80); e Imagens interiores (1980-1994). Cada capítulo traz imagens não apenas das obras do pintor, mas também de esboços de obras, estudos e desenhos. Ao final de cada uma das quatro partes, a edição traz comentários analíticos dos quadros mais representativos do artista, escritos pelos mais importantes críticos de arte brasileiros, entre os quais Rodrigo Naves, Paulo Venâncio Filho, Ronaldo Brito, Lorenzo Mammì, Ferreira Gullar e Paulo Sérgio Duarte.
Fundação Iberê Camargo
Av. Padre Cacique 2.000, Porto Alegre - RS
51-3247-8000 ou site@iberecamargo.org.br
www.iberecamargo.org.br
Terça a domingo, das 12h às 19h; quinta, das 12 às 21h
Av. Padre Cacique 2.000, Porto Alegre - RS
51-3247-8000 ou site@iberecamargo.org.br
www.iberecamargo.org.br
Terça a domingo, das 12h às 19h; quinta, das 12 às 21h
Fonte Canal Contemporâneo
Palestra com Gary Hill
Um dos principais nomes da videoarte, o norte-americano Gary Hill vem ao Brasil para proferir palestra no MIS. Gary Hill abordará temas como videoarte, seu trabalho e processo criativo, além de responder a perguntas do público.
Na década de 70, depois de explorar as potencialidades da escultura, o norte-americano Gary Hill se voltou para a videoarte, promovendo desde então a integração entre arte e novas tecnologias. Na volta do artista ao Brasil, depois de 12 anos, as novas mídias já vão muito além do vídeo. A exposição Circumstances/Circunstâncias reúne cinco de seus trabalhos, incluindo uma videoinstalação inédita completamente realizada em computação 3D.
“Logo depois de começar a trabalhar com mídias eletrônicas, eu me prendi às aparentemente infinitas possibilidades da imagética eletrônica e me senti desorientado diante da necessidade de delimitar meu campo para fazer algo acontecer ao invés de assisti-lo acontecer”, afirma Gary Hill. “Minha saída diante deste impasse foi usar meu corpo e sons da fala primordialmente como expressão, mas também como um material que eu poderia lançar contra estes sinais efêmeros e interferir na imagem e sua maneira de estar sempre presente. Eu poderia dizer que me desprogramei do culto à imagem que ainda continua a crescer diariamente”.
Na década de 70, depois de explorar as potencialidades da escultura, o norte-americano Gary Hill se voltou para a videoarte, promovendo desde então a integração entre arte e novas tecnologias. Na volta do artista ao Brasil, depois de 12 anos, as novas mídias já vão muito além do vídeo. A exposição Circumstances/Circunstâncias reúne cinco de seus trabalhos, incluindo uma videoinstalação inédita completamente realizada em computação 3D.
“Logo depois de começar a trabalhar com mídias eletrônicas, eu me prendi às aparentemente infinitas possibilidades da imagética eletrônica e me senti desorientado diante da necessidade de delimitar meu campo para fazer algo acontecer ao invés de assisti-lo acontecer”, afirma Gary Hill. “Minha saída diante deste impasse foi usar meu corpo e sons da fala primordialmente como expressão, mas também como um material que eu poderia lançar contra estes sinais efêmeros e interferir na imagem e sua maneira de estar sempre presente. Eu poderia dizer que me desprogramei do culto à imagem que ainda continua a crescer diariamente”.
Sobre Gary Hill
Gary Hill (Califórnia, 1951) é um dos artistas que melhor compreendeu e mais habilmente soube promover a integração entre a arte e as novas tecnologias. Começou sua carreira como escultor para, nos anos 70, explorar as possibilidades do vídeo em Woodstock – numa época em que se discutia a descentralização da produção e a possibilidade da criação independente em comunidades alternativas -–, ele vem desenvolvendo uma constante e impactante obra. Também promove uma estimulante combinação de meios, na qual a comunicação com o espectador/participante é imediata.
Gary Hill (Califórnia, 1951) é um dos artistas que melhor compreendeu e mais habilmente soube promover a integração entre a arte e as novas tecnologias. Começou sua carreira como escultor para, nos anos 70, explorar as possibilidades do vídeo em Woodstock – numa época em que se discutia a descentralização da produção e a possibilidade da criação independente em comunidades alternativas -–, ele vem desenvolvendo uma constante e impactante obra. Também promove uma estimulante combinação de meios, na qual a comunicação com o espectador/participante é imediata.
Retirada de ingressos com uma hora de antecedência.
Palestra: 13 de março 2010, sábado, as 20h; auditório do MIS; ingresso: gratuito
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777
Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Caio Reisewitz + Fernando Cocchiarale
Caio Reisewitz - lançamento do catálogo da exposição Parece Verdade
+
Palestra com Fernando Cocchiarale
24 de fevereiro, quarta-feira, 18h30
Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB RJ
Rua Primeiro de Março 66, Centro, Rio de Janeiro - RJ
21-3808-2020 ou ccbbrio@bb.com.br
www.bb.com.br/cultura
Terça a domingo, 10-21h
Fonte Canal Contemporâneo
+
Palestra com Fernando Cocchiarale
24 de fevereiro, quarta-feira, 18h30
Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB RJ
Rua Primeiro de Março 66, Centro, Rio de Janeiro - RJ
21-3808-2020 ou ccbbrio@bb.com.br
www.bb.com.br/cultura
Terça a domingo, 10-21h
Fonte Canal Contemporâneo
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Quarto do Beco - Ciclo de Palestras no Beco da Arte

O 4º Espaço Expositivo Beco da Arte é uma nova proposta de exposição e seleção. Os artistas mandaram fotos dos seus trabalhos e estas participaram da exposição "Projetos para o quarto" nos dias 23 a 25/10.
Durante essa primeira exposição, o público votou em alguns trabalhos, os quais participam agora da exposição "Quarto no Beco" que teve início dia 04 e permanece até dia 20/12. No dia 19 haverá um ciclo de performances que conta com as apresentações de 15 artistas
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exposição,
palestra,
performance,
seminário
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Michael Asbury
O Programa de pós-graduação em Artes Visuais do Instituto de Arte da UFRGS apresenta, na quinta, dia 15, as 10h30, na sala 63G a palestra de Michael Asbury, professor na University of Arts London, realiza a palestra Anna Maria Maiolino: anotações sobre possíveis sentidos e sensibilidades em sua obra. Michael Asbury discutirá o percurso da artista Anna Maria Maiolino focando em certos trabalhos que marcaram a trajetória poética/estética da artista, assim como a relação de sua obra a momentos críticos na historia da arte brasileira e global.
Data e horário: 15 de outubro, quinta-feira, às 10h30
Local: Sala 63G do Instituto de Artes da UFRGS - Rua Senhor dos Passos, 248, 6º andar, Centro
Entrada Franca
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palestra
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