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sábado, 22 de maio de 2010

Animatrolls - MIS/SP

Com Paloma Oliveira e Radamés Ajna

Esta oficina objetiva criar animatronics – brinquedos animados que simulam vida por meio da eletrônica e da robótica. Pretende envolver os participantes em um universo lúdico de criação de histórias e personagens baseados na mitologia nórdica (trolls) e, com essa linguagem, desenvolver habilidades de construção e resolução de problemas lógicos usando linguagem de programação e eletrônica.

Sobre os ministrantes
Paloma Oliveira é criadora multimídia e produtora cultural. Realiza trabalhos e pesquisas juntamente com os artistas Ricardo Palmieri, Kruno Jost e Mateus Knelsen.

Radamés Ajna
é bacharelando em física do Instituto de Física da USP. Obteve o primeiro lugar em votos com o Projeto IP-ROBOT na Feira Brasileira de Ciência e Engenharia, em 2003. Com o mesmo projeto, foi premiado pela Editora Saber Eletrônica. Ministra oficinas relacionadas à robótica.

Oficina de 05 a 06 de Junho de 2010, das 13h às 18h - sala de interface
Valor R$ 15 (desconto de 50% para estudantes). 
Público alvo: infanto-juvenil – de 6 a 16 anos – acompanhado pelos pais.
Vagas 12 - Seleção: Disponibilidade de vagas


Inscreva-se aqui para a oficina Animatrolls 

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
Telefone: (11) 2117 4777 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Steve McCurry - MIS/SP

Steve McCurry é o primeiro convidado do ciclo de palestras e workshops Grandes Mestres da Fotografia de 2010 promovido pela revista Fotografe Melhor e organizado pelo SP Photo Fest. A palestra no MIS se centra nas imagens de viagens e pessoas fotografadas por McCurry.

O fotógrafo norte-americano é membro da Agência Magnum e ficou conhecido mundialmente pela foto da refugiada afegã de apenas 13 anos que foi capa da Revista National Geographic em 1985.

Auditório MIS
 
Palestra: 20 de Maio de 2010; Quinta, as 19h30
ingresso: gratuito - retirada de ingresso a partir de 1h antes.

A palestra também será transmitida ao vivo no site do MIS.

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS 
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil
Telefone: (11) 2117 4777

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Gestão de Acervos Filmográficos - MIS/SP

Com Maria Fernanda Curado Coelho

Esta palestra, que integra a Semana Nacional de Museus, aborda os conceitos essenciais da conservação, catalogação e difusão de acervos audiovisuais. O evento se focará no cotidiano do arquivo e suas reflexões são aplicáveis tanto na gestão dos arquivos com imagens fotoquímicas quanto eletrônicas (analógicas ou digitais).

Desde o surgimento do cinema em 1895, a imagem em movimento tornou-se uma veículo essencial para a percepção da realidade, especialmente nas culturas ocidentais. O mundo de hoje é inimaginável sem o cinema, a televisão, o vídeo, DVD, etc. Os acervos filmográficos – ou audiovisuais – são constituídos de objetos extremamente frágeis e exigem procedimentos específicos para sua conservação.

Maria Fernanda Curado Coelho - Mestre pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), pós-graduada em Museologia pelo Instituto de Museologia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e bacharel em Comunicação Social com Especialização em Cinema, Rádio e TV pela Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP. Há 30 anos trabalha na Cinemateca brasileira, atualmente no setor de preservação. Como professora convidada, ministra a disciplina Gestão de Arquivos Audiovisuais na pós-graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) desde 2004.

Palestra: 19 de maio de 201, quarta 20h - auditório MIS
ingresso: gratuito - retirar ingresso com 1 hora de antecedência.

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS 
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
Telefone: (11) 2117 4777

terça-feira, 18 de maio de 2010

Criação de ferramentas para Processos Criativos - Com Alvaro Uña (Emotique)

O workshop discute as oportunidades que as novas tecnologias oferecem, tanto em hardware como em software, possibilitando o planejamento de métodos e soluções para incentivar e trabalhar a criatividade e eficácia na elaboração de novos projetos artísticos-tecnológicos, trabalhando desde a produção até a execução final do projeto a ser realizado.
As idéias são baseadas nas criações do Emotique, produtora sediada em Barcelona e formada por um grupo de profissionais com perfis variados, que trabalham na criação e na difusão de conhecimento para projetos artístico-tecnológico.
Programa
1-Sistemas de mapas conscientes para gerar processos criativos.
2-Hardware: conceitos e processos de criação de protótipos e produto final.
3-Software: Esystem, Econtrol, Eplayer. Sistemas de criação associados aos processos criativos.
4-Historia geral da arte multimídia.
5-Análise do cenário atual.
Sobre Alvaro Uña
Nascido em Tudela de Navarra (Espanha), licenciado em Bellas Artes pela Universidad de Valencia, apresentando como projeto de investigação “Cyborgs e sua representação na arte; as políticas tecnológicas do corpo”. Entre 1996 e 2000 desenvolveu diferentes projetos de design gráfico, design de interior, estilismo e outros. Em 2000 iniciou seu trabalho com o artista multimídia Marcelí Antunez como web design, chefe de programação e produção técnica nos projetos Concentrica, Pol, Mondo Antunez, Transpermia. Em 2003, inicia a colaboração no L’Antic Teatre (Barcelona), onde conheceu Joan Coll, criando o Emotique, grupo multimídia.

Público Alvo: profissionais ou futuros profissionais da área de criação, técnicos e engenheiros da área de multimídia e interessados no geral.
Seleção: disponibilidade de vagas.12 participantes.

Inscreva-se aqui para o workshop Criação de Ferramentas para Processos Criativos.

Sala de Workshop - de 15 a 29 de junho de 2010 / 17 - 21h / terças e quintas
R$ 60,00 (50% de desconto para estudantes)

Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: (11)2117 4777

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Circuit Bending - com Cristiano Rosa (Pan&Tone)

O workshop apresenta os aspectos técnicos, filosóficos e teóricos do Circuit Bending, que pode ser entendido como uma técnica acessível para a criação e modificação de instrumentos musicais eletrônicos. Por meio de procedimentos simples, com a utilização de brinquedos, teclados baratos e componentes eletrônicos básicos, são criadas sonoridades novas e inesperadas.
Durante o workshop, será proposto a realização de projetos e trabalhos práticos por parte dos participantes. Ao final, cada participante terá construído seu próprio instrumento (ou conjunto de instrumentos), e todos poderão tocar juntos em uma jam de finalização dos encontros.
Sobre Cristiano Rosa (Pan&Tone)
Trabalha com instrumentos eletrônicos em seu projeto pan&tone, através de brinquedos antigos modificados pela técnica de Circuit Bending e aparelhos eletrônicos construídos. Produtor de música experimental desde 1989, quando fazia colagens com fita cassete amassadas, microfonias e percussão em sucata. A partir de 2006, começou a fazer shows utilizando como base Circuit Bending, samplers e alguns sintetizadores. Participou de diversos espetáculos com músicos como: Zbigniew Karkowski (Polônia), Cristof Kurzmann (Áustria), La Kut (Chile), Bernhard Gal (Áustria), Duplexx, Henrique Iwao, Mário Del Nunzio e Colorir (Brasil). Em 2008 criou o instrumento denominado quadbox contendo uma coleção de gravações experimentais de vários colaboradores ao redor do mundo.
Público Alvo:
Todas as pessoas interessadas em artes (compositores, músicos, artistas visuais, arquitetos, dançarinos) que pretendem conhecer o Circuit Bending e as técnicas de manipulação de instrumentos eletrônicos de baixa voltagem.
Seleção: disponibilidade de vagas - 15 vagas
Inscreva-se aqui para o workshop Circuit Bending

Sala de Interface - de 16 de junho a 02 de julho de 2010 / 15:40 - 19h / quartas e sextas
R$ 60,00 (50% de desconto para estudantes)

Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Escape para outra estática - Ricardo Carioba / MIS

O MIS recebe, em seu Espaço Redondo, a instalação audiovisual site specific Escape para outra estática (2010), de Ricardo Carioba. Concebida a partir de pesquisas recentes do artista e desenvolvida durante sua permanência no LABMIS (laboratório de novas mídias do Museu), a instalação trabalha a relação entre espaço, luz e energia, a partir da percepção de cada visitante.
Escape para outra estática consiste em uma grande projeção panorâmica de planos coloridos (azul, verde e vermelho) em movimento giratório. O espaço se desenvolve na velocidade do deslocamento desses planos e se relaciona com a velocidade de captação do movimento pelo sistema óptico/nervoso do ser humano: a lacuna entre a velocidade de atualização da imagem projetada e a percebida pelo espectador cria sensações de movimento únicas em cada indivíduo.

“Todas as projeções da sala são ondas: eletromagnéticas, no caso da luz, e mecânicas, no caso do som”, afirma Carioba. “A partir daí, desenvolve-se uma relação entre comprimento e altura das ondas sonoras e luminosas, o que cria unidades de luz e de som indistintas”. A formação desse espaço em movimento constante e variável faz parte de estudo do indivíduo e de sua energia. Na medida em que se altera constantemente a velocidade do tempo perceptivo, altera-se também a noção de estática. “Assim, cria-se uma reflexão sobre a qualidade energética do universo com o qual nos relacionamos”, complementa.

Sobre o Ricardo Carioba
Nascido em 1976, Ricardo Carioba é paulista, vive e trabalha em São Paulo. Desenvolve trabalhos principalmente em meios eletrônicos e digitais. Realizou exposições individuais na Galeria Vermelho, Casa Triângulo, Centro Cultural São Paulo e Paço das Artes, em São Paulo; Oi Futuro, no Rio de Janeiro; e Galery 33, em Londres. Participou de diversas mostras coletivas, como Panorama de Arte Brasileira no MAM-SP, Imagética no Solar do Barão em Curitiba, Salão da Bahia em Salvador, Em Torno de Operações Mentais no Museu de arte de Belém e O Lugar Dissonante em Recife. Seus projetos de música eletrônica foram apresentados em São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Londres e Nova York.

Abertura: 22 abril, qui, 19h
Exposição: 23abr - 20jun2010
Visitação: terça a sábado, 12h às 19h; domingos e feriados, 11h às 18h.
espaço redondo
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: (11)2117 4777

R$4 e R$2 (estudantes); gratuito para maiores de 65 anos e aos domingos. 


Fluxus - Festival Internacional de Cinema / MIS

Pioneiro na utilização da internet como suporte de exibição das imagens audiovisuais, o Fluxus - Festival Internacional de Cinema na Internet quer expandir ainda mais o conceito da mobilidade das imagens: depois de transportar o cinema para a internet, quer levá-lo para o museu. Para comemorar seus 10 anos de existência, o festival correaliza, com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, a Fluxus 2010. O vernissage também marca a abertura da mostra competitiva no site www.fluxusonline.com

Propondo diferentes formas de ver e de exibir, a Fluxus 2010 explora a ideia de que o cinema pode estar em todos os lugares. O público poderá ver e escolher, tanto na exposição quanto no site do festival, o melhor filme dentre mais de 40 curtas de animação, ficção, documentários e obras experimentais. A edição de 2010 recebeu mais de 1.200 inscrições de 62 países.
 
Abertura: 22 de abril, 19h
Exposição: 23abr - 20jun2010
Visitação: terça a sábado, 12h às 19h; domingos e feriados, 11h às 18h.
exposições 1º andar
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777


R$4 e R$2 (estudantes); gratuito para maiores de 65 anos e aos domingos.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Curso História da Fotografia – teoria e prática - c/ Vebis Junior

O workshop tem como objetivo estudar a forma como o homem retratou e representou o mundo através da imagem. Apresenta uma discussão que passa pelos desenhos da pedra da pré-história à revolução dos pixels na era digital, considerando os principais cortes nas técnicas de representação e dos registros técnicos da imagem. Será realizada uma periodização das evoluções técnicas de representação da imagem a partir da invenção da fotografia e do surgimento do cinema culminando com o advento da eletrônica e das tecnologias digitais, do vídeo, da fotografia e do cinema. O participante terá uma visão ampla da evolução dos registros da imagem ao longo do tempo, associada aos processos históricos, ao surgimento de novas técnicas e ao aperfeiçoamento da linguagem visual.

Programa:
- Origens e conceitos do registro da imagem.
- As formas primitivas de registro e sua relação com a produção posterior.
- Surgimento e aprimoramento de elementos fundamentais da representação: perspectiva, uso da luz, pigmentos.
- Desenvolvimento da pintura no contexto da civilização ocidental.
- A vinculação artística e técnica.
- O advento da fotografia e a reação impressionista.
- O impacto do cinema e a proliferação de imagens no decorrer do século XX da TV até a Publicidade.

Público alvo: Interessados em fotografia.
Seleção: disponibilidade de vagas.
12 vagas. Inscrições aqui

Sobre Vebis Junior
Graduado em Radialismo pela Universidade Metodista de São Paulo (2003), Mestre pelo Instituto de Artes da Unesp. Atualmente é professor de Fotografia e produção no curso de comunicação mercadológica e operador técnico de estúdios de cine e tv da Universidade Metodista de São Paulo. Realiza eventualmente trabalhos referentes a direção de fotografia digital em curtas- metragens realizados com alunos e textos relacionados a cinema em algumas revistas virtuais de cinema.

de 11 a 14 e 18 a 21 de maio de 2010, das 14h às 16h30
R$ 60,00 (50% de desconto para estudantes)
Sala de Workshop
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
Telefone: (11) 2117.4777

quarta-feira, 31 de março de 2010

Chico Albuquerque Fotografias - Palestra e Lançamento do livro

O lançamento de Chico Albuquerque Fotografias será marcado por palestra do pesquisador e crítico Rubens Fernandes Junior, sobre a carreira de Albuquerque e sua referência na história da fotografia no Brasil, e de Sergio Burgi, coordenador de fotografia do Instituto Moreira Salles, com enfoque na sua obra. O IMS, em convênio com o MIS, é hoje responsável pela conservação e recuperação do acervo do fotógrafo, composto por mais de 60 mil arquivos analógicos, entre negativos e cromos.

Chico Albuquerque Fotografias (Terra da Luz Editorial, 2009.138p) é a primeira publicação dedicada exclusivamente à obra do fotógrafo, falecido em 2000, aos 83 anos. Ensaios (1930/1960), Mucuripe (1942/1952), Retratos (1940/1960), Publicidade (1950/1980), Frutas (1978), Arquitetura (1950/1970) e Jericoacoara (1985) são as séries presentes na publicação, numa mostra da abrangência de temas e técnicas que marcam sua obra fotográfica.

O livro foi elaborado a partir de acervos pertencentes ao ICCA, ao Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), ao convênio entre o MIS-SP, o ICCA e o Instituto Moreira Salles, a Imagem Brasil (Ceará), ao acervo do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi, e a coleções de Rubens Fernandes Junior, Gentil Barreira, Manuk e German Lorca.

Chico Albuquerque Fotografias apresenta textos de fotógrafos, pesquisadores, artistas plásticos, entre outras personalidades que de alguma forma participaram da vida profissional de Chico Albuquerque, em São Paulo ou no Ceará. A abertura coube a Rubens Fernandes Junior, pesquisador e crítico de fotografia, que faz um relato histórico e cronológico da trajetória profissional de Chico Albuquerque, inserido no contexto da fotografia brasileira.

palestra / lançamento

31 de março de 2010, as 19h30
Auditório MIS / foyer
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
Telefone: (11) 2117.4777
ingresso: gratuito

sábado, 20 de março de 2010

Palestra com Yoshua Okón

Yoshua Okon, artista que possui um papel de destaque na inserção da arte contemporânea mexicana no cenário internacional, realiza a palestra Processo Criativo. Fruto de parceria entre o MIS e o Instituto Cervantes, a palestra irá se focar no desenvolvimento das suas criações artísticas, que envolvem mídias como vídeo, fotografia, performance e instalação.

Considerado por uma parcela da crítica um precursor de uma jovem arte conceitual, em geral trabalha com questões de poder, classe social e etnicidade. Entende que um importante papel da arte é colocar o espectador em uma situação incômoda a partir de sua inserção dentro do jogo que a obra de arte cria. Essa situação o forçaria a sair de uma posição passiva e confortável e posicionar-se. Tal elemento de seus trabalhos o levou a ser adjetivado pela crítica de irreverente e polêmico.

Sobre Yoshua Okón
Nasceu na Cidade do México em 1970, onde vive e trabalha alternadamente com Los Angeles, EUA. Mestre em Artes pela UCLA, Los Angeles/EUA, através de uma Bolsa Fullbright (2002), e Bacharel em Belas Artes pela Concordia University, Montreal/Canadá. Em 1994, fundou a La Panaderia, espaço coordenado por artistas na Cidade do México.

Palestra / encontro com artista: 22 de março 2010, segunda, as 20h; auditório do MIS; ingresso: gratuito

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777 

domingo, 14 de março de 2010

O MIS e o Instituto Cervantes apresentam a  performance de live cinema do estúdio audiovisual No-Domain. Mesclando música eletrônica a elementos visuais influenciados tanto pela nanotecnologia como pelo dadaísmo e surrealismo, as performances do grupo são marcadas por uma mistura de música sintético-eletrônica com elementos visuais. Algumas vezes, instrumentos sonoros compõem a ambientação visual; outras, a música é construída relacionando diferentes harmonias a cores específicas; ou então lançam mão de VJ Presets.
   
A apresentação realizada no MIS será comandada por Joaquín Urbina e Wyzton Borrero. “A música, é realizada ao vivo. É um som eletrônico, com elementos fundamentais do minimalismo, texturas e ruídos digitais, rítmica baseada no dubstep, jazz e electro”, explica Urbina.

As imagens também são processadas ao vivo, misturando tecnologias analógicas e digitais: vídeo, filme, animação, colagens e fotografia. Objetos físicos – como maquetes, vidro, água, papel, entre outros – contribuem para criar e destruir figuras, compondo um pequeno cenário, uma representação visual da música.

Sobre o grupo
Localizado em Barcelona e fundado em 2002 pelo artista venezuelano Joaquín Urbina, junto a designers gráficos, dentre eles Wyzton Borrero. Conquistou notoriedade internacional pela criatividade e versatilidade demonstradas ao trabalhar com diversas técnicas como ilustração, animação gráfica, 3D e stop motion, misturando high e low-tech. Seus trabalhos incluem premiados filmes de publicidade para clientes como Adidas, Virgin, MTV e Seat; e videoclipes para músicos como Daedelus e DJ Krush. Participou com performances audiovisuais de importantes festivais, como o Bitflm, Hamburg (2006 e 2007); o Sperm Festival, Praga (2006); o Unsound, Krakovia; o Mirrorball, Edinburg (2008); e o Sonar Sound, em que se apresentam desde 2004 (a última edição, de 2009, aconteceu em NY).

Vídeo / espetáculo / performance / música: 16 de março 2010, terça, às 20h; auditório do MIS; ingresso gratuito

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777

sexta-feira, 12 de março de 2010

Palestra com Gary Hill

Um dos principais nomes da videoarte, o norte-americano Gary Hill vem ao Brasil para proferir palestra no MIS. Gary Hill abordará temas como videoarte, seu trabalho e processo criativo, além de responder a perguntas do público.

Na década de 70, depois de explorar as potencialidades da escultura, o norte-americano Gary Hill se voltou para a videoarte, promovendo desde então a integração entre arte e novas tecnologias. Na volta do artista ao Brasil, depois de 12 anos, as novas mídias já vão muito além do vídeo. A exposição Circumstances/Circunstâncias reúne cinco de seus trabalhos, incluindo uma videoinstalação inédita completamente realizada em computação 3D.

“Logo depois de começar a trabalhar com mídias eletrônicas, eu me prendi às aparentemente infinitas possibilidades da imagética eletrônica e me senti desorientado diante da necessidade de delimitar meu campo para fazer algo acontecer ao invés de assisti-lo acontecer”, afirma Gary Hill. “Minha saída diante deste impasse foi usar meu corpo e sons da fala primordialmente como expressão, mas também como um material que eu poderia lançar contra estes sinais efêmeros e interferir na imagem e sua maneira de estar sempre presente. Eu poderia dizer que me desprogramei do culto à imagem que ainda continua a crescer diariamente”.
 
Sobre Gary Hill
Gary Hill (Califórnia, 1951) é um dos artistas que melhor compreendeu e mais habilmente soube promover a integração entre a arte e as novas tecnologias. Começou sua carreira como escultor para, nos anos 70, explorar as possibilidades do vídeo em Woodstock – numa época em que se discutia a descentralização da produção e a possibilidade da criação independente em comunidades alternativas -–, ele vem desenvolvendo uma constante e impactante obra. Também promove uma estimulante combinação de meios, na qual a comunicação com o espectador/participante é imediata.
Retirada de ingressos com uma hora de antecedência.

Palestra: 13 de março 2010, sábado, as 20h; auditório do MIS; ingresso: gratuito

Museu da Imagem e do Som de São Paulo - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa
São Paulo - SP, Brasil.
CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

João Maria Gusmão e Pedro Paiva - MIS

João Maria Gusmão e Pedro Paiva no MIS
 
O MIS e o Instituto Inhotim apresentam os filmes dos artistas portugueses João Maria Gusmão e Pedro Paiva, resultado da execução do projeto Bordas do Patrimônio: residência artística em Minas Gerais, aprovado no Edital Arte e Patrimônio – IPHAN, em sua edição de 2009. Esse projeto previa a residência artística da dupla na cidade de Ouro Preto.
O ciclo A Grande Bebedeira e Outros Filmes, de caráter quase retrospectivo ou panorâmico, reúne 31 filmes de curta duração rodados em 16mm e 35mm nos últimos seis anos, entre eles onze feitos no Brasil. Desde 2007, os artistas estiveram por três vezes em residência em Minas Gerais, onde trabalharam em localidades rurais próximas a Inhotim. Ao lado dos filmes brasileiros, foi selecionado um grupo de obras anteriores, feitas em estúdio ou em paisagens, em que o interesse pela escultura, transmutada em película, se torna evidente, assim como sua complexa, e por vezes irônica, relação com a magia e o ilusionismo.

Sobre os artistas
João Maria Gusmão é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Pedro Paiva (Lisboa, 1977) frequentou a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e a Universidade de Berlim, UDK. Os artistas vivem e trabalham em Lisboa.
A dupla realizou, entre outras, a mostra individual Experiments and Observation on Different Kinds of Air, Representação Oficial Portuguesa na Bienal de Veneza (2009). Seus trabalhos também estiveram presentes em diversas mostras coletivas, entre as quais destacam-se: Monument to Transformation, City Gallery, Praga, República Checa (2009); Corpo Densidade e Limites, Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2009); Parangolé: Fragmentos desde los 90 en Brasil, Portugal y España (2008); Manifesta 7 - European Biennial of Contemporary Art, Rovereto, Itália (2008); 6ª Bienal de Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2007); Trienal de Luanda, Luanda, Angola (2007); 27ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil (2006); Laberintos de Museos Instituto Cervantes, Pekin, China (2006); Empirismos, MIS – Museu da Imagem e do Som, São Paulo, Brasil e Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO, Brasília, Brasil (2006); Rencontre Internationale de lieux de culture independants (Zdb), Bizart, Shanghai, China (2004).

João Maria Gusmão e Pedro Paiva
A Grande Bebedeira e Outros Filmes
25 de fevereiro, quinta-feira, 21h

Museu da Imagem e do Som - Auditório MIS
Av. Europa 158, Jardim Europa, São Paulo - SP
11-2117-4777 ou mis@mis-sp.org.br
www.mis-sp.org.br
Terça a sábado, 12-19h; domingo e feriado, 11-18h
Retirar ingresso a partir das 20h

Fonte: Canal Contemporâneo 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pessoal e Digital - Workshop c/ Livio Tragtenberg

O workshop explora a criação sonora para concepção, discussão e concretização de projetos que criam novas narrativas sonoras combinando o universo pessoal, interpessoal, virtual e urbano.

Através de uso das mais diferentes mídias, das virtuais até a captação real de sons, os encontros irão problematizar, instigar e impulsionar o gesto criativo que articula a dimensão pessoal com a social e cultural.


Mais informações aqui

Público alvo: músicos, criadores de sons, designers sonoros e pessoas inter-mídias.
Seleção: Disponibilidade de vagas - 12 Vagas
Sala de Workshop e Estúdio de Áudio  - 02 a 04, 09 a 11 de fevereiro de 2010, das 18h40 às 22h - R$ 60,00 (desconto de 50% para estudantes)

Museu da Imagem e do Som
Avenida Europa, 158, Jardim Europa. São Paulo - SP, Brasil. CEP 01449-000.
Telefone: (11) 2117 4777




domingo, 24 de janeiro de 2010

Aula Magna - Curso Livre de História da Arte

Para o lançamento do curso A Experiência Artística: Intersecções, de Leonardo a Duchamp, de Duchamp aos Contemporâneos, da Técnica às Novas Tecnologias,  será promovida uma aula magna, ministrada por Giselle Beiguelman, palestrante convidada, e com a participação de Daniela Bousso.

Na aula, serão abordados conceitos-chave que permearão todo o curso, como arte e tecnologia, mídia arte, modernidade, pós-modernidade e vanguardas históricas e artísticas.

Sobre Giselle Beiguelman
Artista multimídia e professora dos cursos de pós-graduação em Comunicação e Semiótica e Tecnologias da Inteligêcia e Design Digital da PUC-SP. Editora da seção novo mundo da revista eletrônica Trópico, foi curadora do Nokia Trends (2007 e 2008) e é Diretora Artística do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia. Criadora de diversos projetos premiados, seu trabalho aparece em antologias importantes e obras de referência devotadas às artes digitais on line como o Yale University Library Research Guide for Mass Media e Information Arts: Intersections of Art, Science, and Technology (S. Wilson, MIT Press, 2001) e Digital Arts (C. Paul, 2008). Seus projetos foram apresentados em exposições como 25a Bienal de São Paulo, Arte/Cidade, Net_Condition (ZKM, Germany), el final del eclipse (Fundación Telefonica, Madrid) e Algorithmic Revolution (ZKM). Participa, no momento de Geografias Celulares (Espacio Fundación Telefonica, Buenos Aires) e Visual Foreign Correspondents (Berlim).



Obs: Retirar ingresso a partir de 1h antes da exibição.

Kinolounge


O Kinolounge apresenta no MIS a performance audiovisual A beleza por trás da inconsequência de um motorista bêbado. O grupo responsável pela apresentação – objeto em forma de –  foi fundado pela dupla Felipe Sztutman e Rodrigo Bellotto e, para esta apresentação do Kinolounge, convidou Guilherme Lunhani, sendo todos eles artistas que participaram do programa residência LABMIS 2009 (laboratório de novas mídias do MIS), além do artista multimídia Gian Spina.

A performance A beleza por trás da inconsequência de um motorista bêbado mescla a experimentação cinematográfica ao acaso e à improvisação presentes no formato live performance. Busca soluções discursivas diferentes da narrativa tradicional para contar a história de um motorista embriagado que comete inúmeras imprudências ao dirigir pela cidade. Durante o frenético caminho, imagens de lembranças, sonhos sensuais e delírios com uma mulher são fundidos à percepção entorpecida pelo álcool.

O Kinolounge, projeto com curadoria de Thalita Ateyeh, conta com a participação de artistas de diversas formações, áreas e nacionalidades e tem por objetivo a pesquisa e a experimentação de novas expressões audiovisuais em performances que unem criação sonora e imagética. Funciona como um espaço em constante mutação, que se adapta ao formato de cada nova proposta artística, em consonância com os diversos modos de expressão contemporâneos.


Obs: Retirar ingresso a partir de 1h antes da exibição.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Antoni Muntadas

O MIS apresenta exibição inédita no Brasil do vídeo de Antoni Muntadas intitulado On translation: Miedo/Jauf. A obra conjuga depoimentos de trinta habitantes de Tarifa e Tanger, cidades limítrofes do Estreito de Gibraltar, a imagens de arquivos e materiais documentais e jornalísticos sobre a região. À exibição do vídeo, segue conversa com Antoni Muntadas sobre a obra e temas relacionados à ideia de fronteira.

On translation: Miedo/Jauf é classificada pelo artista como uma intervenção televisiva. Gravada entre os anos de 2006 e 2007, em ambos os lados do espaço geopolítico do Estreito de Gibraltar (Tarifa e Tanger), o vídeo requer, a princípio, sua transmissão pelas TVs locais dessas cidades limítrofes e das nacionais da Espanha e de Marrocos, enfocando o território fronteiriço e os entraves gerados pelas decisões políticas que afetam ambos os territórios. A obra aborda o tema da fronteira a partir do sentimento de medo, mostrando como essa emoção humana se traduz em construções culturais que remetem aos âmbitos político e econômico.


Antoni Muntadas também ministra o workshop Projeto como metodologia de trabalho, discutindo conceitos relacionados às fases de concepção e realização de um projeto artístico. Estes temas serão abordados a partir da exposição detalhada de alguns trabalhos realizados nos últimos anos e dos projetos que realiza atualmente: Istambul 2010, Alphaville e outros, São Paulo e About the academy, Harvard, Cambridge.

Muntadas propõe, a partir da apresentação dos participantes dos seus projetos em curso, a discussão e revisão de conceitos e elementos envolvidos na elaboração de um projeto artístico: conteúdo e pesquisa; como, quando e onde realizar; a fase de pós-produção.

O workshop destina-se a interessados em instalações, intervenções e projetos que tem a cidade como elemento primordial, bem como a interessados na realização de projetos interdisciplinares e colaborativos. 

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sábado, 7 de novembro de 2009

Mostra Vivian Ostrovsky

O MIS exibe curtas e médias-metragens de Vivian Ostrovsky selecionados pela própria artista. Sua obra traz experimentações artísticas a partir das cenas documentais captadas nos diversos lugares percorridos por ela. A artista participa de conversa com o público após a primeira sessão.

Integram a programação os vídeos The Title Was Shot (O Tílulo foi filmado, 2009), curta-metragem composto por fragmentos de diversos filmes dos anos 1920 até 1990; P.W. - Pincéis e Paineis (2008), documentário sobre a vida e o trabalho de Paulo Werneck; Ice Sea (Mar de Gelo, 2005), média-metragem que mistura mar, gelo e sol; Telepattes (2008), vídeo protagonizado por animais e gravado com telefone celular; e Copacabana Beach (1983), evidenciando o inusitado nas práticas corporais de ginastas da praia carioca.

Sobre a diretora:
Vivian Ostrovsky nasceu nos EUA, viveu sua infância e adolescência no Brasil e estudou psicologia e cinema em Paris, onde pode compartilhar das experiências de Henri Langlois na Cinemateca Francesa. Iniciou sua carreira na produção audiovisual experimental na década de 1980. Sua produção fílmica foi exibida em festivais importantes ao redor do mundo (Toronto, Berlin, Locarno, Rotterdam, Tribeca, entre outros) e também integra coleções de importantes instituições, como o MoMA (NY), Centre Georges Pompi¬dou (Paris), Freunde der Deutschen Kinemathek (Berlim).:



Quando: 08 de Novembro, às 19h
Local: MIS - Musei da Imagem e do Som. Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo - SP, Brasil. Telefone: 55 11 2117 4777